Plantas

Descubra as espécies em destaque

Na Estufa Fria de Lisboa somos convidados a conhecer mais de 300 espécies originárias dos vários continentes.

Aqui pode encontrar uma coleção única de fetos, incluindo fetos arbóreos, como as diferentes espécies dos géneros Cyathea e Dicksonia.

Encontra vários cultivares, de Camellia japonica, entre os quais alguns criados em viveiros nacionais, assim como cultivares de azáleas em que se destaca o Rhododendron mucronatum x R. indicum x R. simsii, que desconhecemos que exista noutro espaço verde.

Ao percorrer os caminhos da Estufa Fria de Lisboa encontra também várias espécies de brincos-de-princesa e de begónias. Encontra ainda a Ceratozamia mexicana cuja população, a nível mundial, está em diminuição e o Taxus baccata, também conhecido por teixo, uma espécie nativa em Portugal continental, que está classificado como "Em Perigo" na Lista Vermelha da Flora Vascular de Portugal Continental.

Escudo-persa

Nome comum: Escudo-persa
Nome científico: Strobilanthes auriculata var. dyeriana (Mast.) J.R.I.Wood
Família: Acanthaceae
Origem: Tailândia, Myanmar
Época de floração: Julho - Agosto
Utilização: Ornamental
Ambiente: Clima tropical
Cor: Verde, roxo, metálico, violeta
Localização: Estufa fria
Strobilanthes auriculata var. dyeriana

O escudo-persa é uma planta ornamental, nativa do sudoeste asiático que, embora tenha flor, é mais conhecida e cultivada pelas suas folhas coloridas e vistosas de cor verde-escuro, arroxeado nos espaços entre nervuras, com tons brilhantes e metálicos. No entanto, as baixas temperaturas, a pouca luz e a idade da planta podem diminuir a cor da sua folhagem.

É um arbusto sempre verde, exceto em locais com geada, podendo medir até 1 m de altura. As suas pequenas flores de cor azul-clara ou roxo, que se assemelham a um trompete, formam inflorescências em forma de espiga.

O género Strobilanthes a que pertence, vem do grego e significa cone (“strobilos”) e flor (“anthos”), fazendo referência ao formato da inflorescência de algumas das espécies deste género. Já o nome dyeriana é uma homenagem ao botânico Sir Wlliam Turner Thiselton-dyer, que foi diretor do Royal Botanic Gardens, Kew, entre 1843 e 1928.

Localização na estufa:

Strobilanthes auriculata var. dyeriana

  Os nomes científicos das espécies não são apresentados nos termos do código internacional de nomenclatura botânica, nos botões de navegação, de forma a adoptar boas práticas para os leitores disléxicos, tornando assim a navegação mais acessivel.
Não obstante, em caso de alguma questão sobre esta matéria, deverão contactar estufafria@cm-lisboa.pt.